Sáude animal

Maior atenção com os Pets no Inverno

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Medidas preventivas podem evitar a incidência de doenças que são mais frequentes na estação mais fria do ano; o tratamento adequado também ajuda a amenizar os sintomas desses males em animais de estimação. É comum durante o inverno adotarmos uma postura mais vigilante com relação a algumas atitudes que podem ocasionar doenças que são mais frequentes nessa estação. Da mesma forma devemos proceder com os animais de estimação, que também são mais vulneráveis a certos tipos de patologias nessa época do ano, como gripes. Algumas recomendações simples, mas que podem fazer toda a diferença nessa questão preventiva, é evitar o exagero no número de banhos. Quando eles ocorrerem, deve-se usar sempre água morna e escolher os horários mais quentes. Outra importante medida é evitar locais onde o animal fique exposto ao frio, vento e umidade. Além disso, segundo a médica veterinária da Vetnil, Isabella Vincoletto a suplementação com vitamina C desempenha um importante papel também nessa questão. Esse nutriente tem diversas funções no metabolismo, atuando como coenzima e co-fator em várias reações biológicas. Junto com a vitamina E, a vitamina C também age como antioxidante, neutralizando os radicais livres. O laboratório Vetnil produz um suplemento que pode servir de aliado nessa questão: o Vita-Vet C. Ele supre as necessidades de vitamina C no organismo dos pets. “O uso correto de Vitamina C traz muitos benefícios, tanto para cães e gatos, quanto para outras espécies de animais domésticos, principalmente, no período do ano em que as temperaturas ambientais estão mais baixas”, explica Isabella Vincoletto. Vita-Vet C® está disponível em frascos de 30 ml. Cada gota do produto contém 12,92 mg de Vitamina C, devendo ser utilizado por via oral. A dose recomendada para cães é de 0,4 a 2 ml ou 8 a 40 gotas do produto, uma a três vezes ao dia; e 0,4 ml ou 8 gotas, de uma a três vezes ao dia para gatos. Já para roedores, répteis, mustelídeos e aves, deve-se diluir 15 gotas do produto em 100 ml de água de bebida. Mais informações pelo SAC 080010 91 97 ou no site da empresa. E quando o pet já apresenta os sintomas de gripe? A principal dificuldade na detecção da gripe canina é que os sintomas podem não alterar o comportamento do animal. Por isso, é fundamental que os donos estejam atentos e, se o animal apresentar sinais de gripe, devem procurar orientação do médico veterinário. “Apesar de haver variação nos sinais clínicos em todos os tipos de doenças, os sintomas mais evidentes de um cão ou gato gripado são a tosse e o espirro, que podem persistir na falta de tratamento. Os animais ainda podem ter secreções nasais, febre e falta de apetite, sintomas que podem evoluir para uma pneumonia ou bronquite se não tratados”, alerta Vincoletto. Para tratamento das enfermidades respiratórias, com presença de secreções muco-purulentas em cães e gatos, a Vetnil desenvolve o xarope mucolítico e expectorante Mucomucil. O medicamento favorece a fluidificação e a expectoração das secreções respiratórias dos pets por meio da diminuição da viscosidade dessas secreções. O produto é feito à base de N-Acetilcisteína e favorece a eliminação de catarros e da coriza nasal, melhorando a capacidade respiratória dos animais. O produto também possui a propriedade de antídoto para casos de intoxicação por Paracetamol.

quarta 16 maio 2012 03:54 , em Sáude animal


Cão e sapo.

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quarta 16 maio 2012 03:45 , em Sáude animal


O que é Hiperestesia Felina

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Quem conhece gatos sabe que eles podem agir de modo peculiar ou meio “maluquinho”. Às vezes vêem coisas que não estão lá, começam a correr loucamente por nenhuma razão aparente e podem ir de anjos a demônios em um piscar de olhos. Essas atitudes numa forma exagerada são componentes de uma síndrome conhecida como Hiperestesia Felina.

Gatos afetados por essa síndrome demonstram as mais bizarras mudanças de comportamento, parecendo estar alucinando, agindo de forma maníaca, esquizofrênica ou até como se tivessem sido “possuídos”. A autora Pam-Johnson Bennett descreve em seu livro Psycho Kitty? um caso extremo de hiperestesia em que o animal na maior parte do tempo era super dócil, mas quando tinha os ataques, a agressividade era tamanha que nem permitia que sua dona entrasse na própria casa.

SINAIS CLÍNICOS - Ataques repentinos de hiperatividade ou comportamento agressivo;

- Lambidas obsessivas pelos flancos ou cauda (possivelmente levando à perda de pêlos);

- Cauda a chicotear, fixação pela cauda, perseguir a cauda ou ataques viciosos à cauda;

- Pupilas dilatadas ou olhar estranho; - Retesamento da pele do dorso (às vezes a doença é referida como “Rolling Skin Desease”);

- Aparentes alucinações – como perseguir coisas que não existem ou fugir de adversários que também não estão lá;

- Vocalização, choro, miados altos;

- Extrema sensibilidade ao toque (hiperestesia) ao longo do dorso;

- Repentinas mudanças de humor, variando de muito dócil a extremamente agressivo;

- Todos ou qualquer dos sinais acima progredindo para convulsões;

- Ataques ocorrendo constantemente, todos os dias.

POSSÍVEIS CAUSAS A síndrome tende a se manifestar pela primeira vez em gatos adultos. Ninguém realmente sabe quais são as causas, mas existem algumas possibilidades: - Como alguns gatos desenvolvem, durante ou após os ataques, convulsões, é possível que a condição apareça como resultado de aberrações da atividade elétrica nas áreas do cérebro que controlam as emoções, a auto-limpeza ou comportamento predatório.

Para fundamentar essa explicação, alguns gatos afetados respondem a terapias anti-convulsivas (anti-epilépticas). - A doença pode também ser uma forma do transtornoobsessivo-compulsivo. A natureza aparentemente compulsiva dos comportamentos apresentados e a resposta positiva a medicamentos que tratam transtornos obsessivos dão suporte a esta explicação.

- Uma tendência herdada para comportamentos maníacos precipitados pelo estresse. Certas raças, as orientais principalmente (siamês, birmanês,do Himalaia e da Abissínia) , são mais suscetíveis à síndrome e a sua manifestação parece estar ligada ao estresse.

- Alguns gatos afetados foram diagnosticados com lesões patológicas nos músculos ao longo do dorso. Supõe-se que as lesões possam causar irritação local, sensibilidade alterada e/ou dor.

DIAGNÓSTICO Não existe um teste definitivo que confirme a síndrome. Se o caso clínico bate com as descrições feitas acima, o diagnóstico é confirmado pela exclusão de possíveis causas médicas e por uma resposta positiva ao tratamento da síndrome. Para isso, o seu veterinário deve obter um cuidadoso histórico comportamental do seu gato, fazer um exame físico completo, pedir um exame de sangue completo e o nível hormonal da tireóide (T4). Sintomas clínicos que podem ser confundidos com a hiperestesia incluem o hipertireoidismo(hiperatividade da glândula tireóide), traumas e infecções cerebrais, tumores no cérebro, alguns tipos de envenenamento, grave infestação de parasitas na pele, deficiências nutricionais e alergia severa.

TRATAMENTO Melhore o ambiente em que o gato vive para minimizar o estresse (estresse pode ser – provavelmente é – um fator em cada expressão da síndrome).

Recomendações incluem: - Promova exercícios diários para o gato através de brincadeiras utilizando a grande variedade de brinquedos que existem no mercado para os bichanos, assim como simular situações de caça, o que aumenta a autoconfiança do gato e libera endorfinas, fazendo-o se sentir bem.

- Não se esqueça de alimentar o seu gatinho e estabeleça horários.

- Considere arranjar outro gato para fazer companhia e brincarem juntos.

- Faça a vida ser interessante para o seu gato! Passe mais tempo com ele e faça o ambiente em que ele vive o seu playground. Gatos gostam de subir em lugares altos, então providencie locais altos para ele se “empoleirar” ou compre “arvores de escalada” posicionadas estrategicamente para ele ter uma boa visão do mundo, mas certifique-se de que eles estarão seguros.

TERAPIAS ANTI-OBSESSIVAS E ANTI-DEPRESSIVAS As drogas desse tipo de tratamento elevam os níveis de Serotonina . No cérebro, essa substância estabiliza o humor e tem efeitos anti-obsessivos e que controlam a agressividade. Essas drogas demoram um pouco para fazer efeito.

Geralmente não se tem resultados nas primeiras 3 semanas. Depois disso, os donos podem perceber uma redução de 50% na incidência e severidade nos ataques da síndrome. A cura completa é rara e a maioria precisa se submeter a um longo à medicação para suprimir a síndrome. Mas isso não é um problema, pois as doses empregadas são pequenas, não saindo caro, e complicações médicas são raras. Mesmo assim, o gato deverá passar por check-ups, incluindo um hemograma apropriado, pelo menos uma vez por ano.

TERAPIA ANTI-CONVULSIVA Quando o tratamento acima é ineficaz, anti-convulsivos podem ser testados. É possível combinar os tratamentos, se necessário. http://petmascots.blogspot.com.br/2006/10/o-que-hiperestesia-felina... *Obs : Tratamentos alternativos como Florais,Acupuntura não devem ser descartados. Consulte sempre o veterinário da sua confiança.

Fonte: Dicaspeludas

quarta 16 maio 2012 03:42 , em Sáude animal


O QUE ESTÁ POR TRÁS DA RAÇÃO DE SEU PELUDO ?

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Você sabia que a maior parte dos casos de cálculo renal em cães,é causada por ração?

O cálculo renal também conhecido como pedra nos rins é uma massa dura desenvolvida a partir de cristais que se separaram da urina dentro do trato urinário dos cães. Normalmente a urina contém químicos que inibem a formação destes cristais. Segundo estudo, foi comprovado que a grande maioria dos casos de cálculo renal em cães (da era moderna) é causado pela ração industrializada hipercalórica.

domingo 29 abril 2012 02:45 , em Sáude animal


TORÇÃO GÁSTRICA - FIQUE ATENTO!

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Proprietários de cães de médio a grande porte,deverão ler este post com carinho,pois esses animais são as maiores vítimas. " Como o índice de óbito em animais que sofrem uma torção é muito alto (em torno de 60%) todo cuidado é pouco.

Alguns sinais que servem de alerta são:

-Inchaço anormal do abdômen

- Dificuldade para respirar;

- Salivação excessiva;

- Ânsia de vômito sem que o cão consiga vomitar;

- Palidez da mucosa (olhos e bocas).

-Inquietação seguida de apatia

-Perda de consciência

-Batimento cardíaco acelerado.

Se você perceber algum desses sintomas, procure ajuda veterinária imediatamente! Uma torção gástrica pode matar o cão em apenas 3 horas. Por isso é essencial que o socorro seja imediato.

(Fonte:http://mundogolden.wordpress.com/2009/10/14/torcao-gastrica/)

O QUE È A DILATAÇÃO E TORÇÃO GÁSTRICA (GVD)? A GVD é uma patologia em que o estômago se encontra dilatado com gás e, adicionalmente, pode ocorrer uma torção sob o seu eixo maior, resultando numa fermentação e aprisionamento de gás e ingestão no estômago.

O QUE PODE PROVOCAR ESSA PATOLOGIA? A causa definitiva ainda está por esclarecer. Provavelmente esta patologia resulta de uma interação de vários fatores de risco: exercício vigoroso após ingestão de grandes quantidades de água ou após refeições; ingestão de dietas muito fermentáveis como feijão, grão, etc., associadas a uma única refeição diária, cadelas pós-parto com aumento das necessidades calóricas, stress e aumento da aerofagia (ingestão de ar). Animais que apresentem congenitamente um aumento da laxitude dos ligamentos hepatoduodenais e hepatogástricos são mais predispostos a sofrerem de dilatação e torção gástrica. Defeitos na eructação e uma diminuição do esvaziamento gástrico contribuem também para o aparecimento de GVD.

TRATA-SE DE UMA SITUIAÇÃO DE EMERGÊNCIA MÉDICA? Sim, provavelmente é uma das patologias não traumáticas que resultam em morte, sem a ajuda imediata do médico veterinário.

EXISTEM RAÇAS MAIS SUSCEPTÍVEIS ? Estatisticamente sabe-se que raças de grande porte com peito profundo como os Doberman Pinscher, Dogue Alemão, Setter, Pastor Alemão, São Bernardo, Serras da Estrela, Fila Brasileiro entre outras, são mais predispostas para ocorrer dilatação com torção gástricas. No entanto ocasionalmente, pode ocorrer em raças pequenas como os Bulldogs Ingleses, Terriers, Basset Hound, Teckels, Caniches e Pequinois apenas dilatação do estômago. Não existe predisposição sexual, podendo afetar animais entre os 2 meses e 15 anos. Normalmente esta condição ocorre 2 a 3 horas após a ingestão de uma refeição.

FATORES RELEVANTES: - Esta patologia ocorre primariamente em cães de raças grandes e peito profundo. - A dilatação gástrica sem torção pode ocorrer ocasionalmente em raças pequenas. - O estômago distendido confere uma aparência dilatada no flanco esquerdo do animal. - A percussão digital do estômago por de trás da última costela produz um som timpânico característico. - O estômago dilatado faz compressão sobre o diafragma começando a ocorrer dificuldades respiratórias. - Os animais tentam vomitar mas não o conseguem pois a passagem do cárdia para o esôfago encontra-se obstruída pela torção. Pode existir hipersiália (formação excessiva de saliva). - A torção do estômago faz com que a circulação entre os vasos sanguíneos gástricos e esplênicos fique comprometida, resultando num choque profundo. - Finalmente o animal colapsa, deitando-se lateralmente, podendo observar-se o enorme volume distendendo o abdômen.

É POSSÍVEL DISTINGUIR ENTRE UMA DILATAÇÃO GÁSTRICA E UMA DILATAÇÃO COM TORÇÃO? Através da realização de um raio-X abdominal, o veterinário conseguirá distinguir as duas situações.

PORQUE É QUE O CÃO ENTRA EM CHOQUE? O gás acumulado no estômago comprime as veias abdominais que transportam o sangue de volta para o coração. A privação de sangue para os tecidos tem como conseqüência uma diminuição do aporte de oxigênio, fazendo com que o animal entre em choque. Adicionalmente, a pressão exercida pelo gás nas paredes gástricas provoca uma inadequada circulação sanguínea tendo como conseqüência a morte e ruptura da parede gástrica. A entrada de toxinas para a circulação e sua posterior absorção agrava ainda mais o quadro de choque.

O QUE PODE SER FEITO ? A assistência por parte do médico veterinário deve ser imediata. É necessário que a pressão nas paredes do estômago e órgãos internos seja diminuída através da passagem de um tubo pelo estômago. Esta pressão também pode ser aliviada utilizando um cateter perfurando o estômago É imperativo que se inicie o tratamento para reverter o choque com grandes quantidades de fluidos intravenosos. Uma vez que o paciente se encontre estabilizado, o estômago deverá ser recolocado na posição anatômica correta. Para tal o animal tem de ser submetido a cirurgia abdominal sem demoras.

EM QUE CONSISTE A CIRURGIA? Após a recolocação do estômago na sua posição fisiológica, tem de se prevenir que haja recorrências, para tal é utilizado uma técnica cirúrgica – gastropexia. Este procedimento consiste em suturar uma porção do estômago à parede abdominal para que este não volte a rodar sobre si mesmo. Se existirem áreas de necrose (morte) da parede do estômago deverão ser removidas.

PODEMOS PREVINIR A GVD? A gastropexia preventiva em animais predispostos é o método mais eficaz para evitar a ocorrência, podendo ser recomendado como profilaxia em animais valiosos. Na maior parte dos casos esta cirurgia não previne a dilatação mas sim a impossibilidade de torcer. O maneio dietético passa por: - administrar duas refeições fracionadas diárias - restrição de exercício antes e após a ingestão de água e/ou comida - ter especial atenção às necessidades dietéticas pós-parto e minimizar as situações de stress. Estas são algumas das situações em que os proprietários poderão intervir para minimizar os fatores de risco, no entanto não hesitem em contatar para mais algum esclarecimento relativamente a esta patologia que tanto afeta os nossos animais de companhia. Existem no mercado algumas vasilhas especiais para animais gulosos,elas evitam que o animal ingira o alimento rapidamente engolindo muito ar. Você pode também adaptar usando uma daquelas formas tradicionais de bolo com um furo no meio,ou ainda colocar uma bola(tipo de Tênis) na vasilha da comida.

QUAL A TAXA DE SOBREVIVÊNCIA? Depende das circunstâncias em que o animal entre na clínica. Há que ponderar diversos fatores vitais como: severidade e agravamento da situação, problemas cardíacos secundários, extensão das áreas de necrose do estômago, entre outros. Existe a probabilidade de cerca de 15 a 20% de morte dos animais após cirurgia.

FONTE :http://www.abra.org.pt/forum/viewtopic.php?t=405 — com Paula Hopfer Flemming e Ana Lúcia Puttini.

domingo 29 abril 2012 02:41 , em Sáude animal


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